Chamada de artigos para a Revista Brasileira de Literatura Comparada
em 09/04/2009

A ABRALIC – Associação Brasileira de Literatura Comparada está convocando autores para contribuir com o número 15 da revista da Ssociação, dedicado aos Estudos de Literatura Brasileira no Exterior.

Atualmente presidida pela Professora Doutora Marilene Weinhardt, a ABRALIC disponibiliza a publicação através de link no seu site www.abralic.org.

Transcrevemos a seguir o edital de convocação:

Chamada de artigos para a Revista Brasileira de Literatura Comparada:

Número 15: Estudos de Literatura Brasileira no Exterior:

Há hoje uma grande variedade de estudiosos – brasileiros e estrangeiros – que se dedicam ao estudo da Literatura Brasileira fora do Brasil, em todos os continentes. Em diferentes contextos intelectuais e universitários, no contato com debates e exigências diversas, é natural que visões também diferentes se produzam e prosperem. O objetivo deste número 15 da Revista Brasileira de Literatura Comparada, dedicado ao tema “Estudos de Literatura Brasileira no Exterior” é contribuir para sistematizar e tornar visíveis essas abordagens, que podem incluir, entre outros aspectos, os seguintes: a Literatura Brasileira vista como literatura estrangeira; contribuições e tendências dos estudos de Literatura Brasileira no exterior; impacto dos estudos e do ensino superior de Literatura Brasileira em instituições estrangeiras.

Prazo para submissões para ambos os números: 24 de julho de 2009

A seguir, informamos as normas para submissão, válidas para esses números:

Revista Brasileira de Literatura Comparada

Normas para submissão de artigos

Só serão aceitos trabalhos enviados pela internet para o endereço: revista@abralic.org.br

• Os artigos podem ser apresentados em português ou em outro idioma. Devem ser produzidos em MSWord 2007 (ou versão superior), com uma folha de rosto onde constem os dados de identificação do autor: nome, instituição, endereço para correspondência (com o CEP), e-mail, telefone (com prefixo), título e temática escolhida. A extensão do texto deve ser de, no mínimo, 10 páginas, no máximo, 20, espaço simples. Todos os trabalhos devem apresentar também Abstract e Keywords.

• O espaço para publicação é exclusivo para pesquisadores doutores. Eventualmente, poderá ser aceito trabalho de não-doutor, desde que a convite da comissão editorial – casos de colaborações de escritores, por exemplo.

• Após a folha de identificação, o trabalho deve obedecer à seguinte seqüência:

– Título – centralizado, em maiúsculas e negrito (sem grifos);

– Nome(s) do(s) autor(es), à direita da página (sem negrito ou grifo), duas linhas abaixo do título, com maiúscula só para as letras iniciais. Usar asterisco para nota de rodapé, indicando a instituição à qual está vinculado(a). O nome da instituição deve estar por extenso, seguido da sigla.

– Resumo – a palavra Resumo em corpo 10, negrito, itálico e maiúsculas, duas linhas abaixo do nome do autor, seguida de dois pontos. O texto-resumo deverá ser apresentado em itálico, corpo 10, com recuo de dois centímetros de margem direita e esquerda. O resumo deve ter no mínimo 3 linhas e no máximo 10;

– Palavras-chave – dar um espaço em branco após o resumo e alinhar com as mesmas margens. Corpo de texto 10. A expressão palavras-chave deverá estar em negrito, itálico e maiúsculas, seguida de dois pontos. Máximo: 5 palavras-chave.

– Abstract – mesmas observações sobre o Resumo.

– Keywords – mesmas observações sobre as palavras-chave.

– Texto – em Times New Roman, corpo 12. Espaçamento simples entre linhas e parágrafos. Usar espaçamento duplo entre o corpo do texto e subitens, ilustrações e tabelas, quando houver.

– Parágrafos: usar adentramento 1 (um);

– Subtítulos: sem adentramento, em negrito, só com a primeira letra em maiúscula, sem numeração;

– Tabelas e ilustrações (fotografias, desenhos, gráficos etc.) devem vir prontas para serem impressas, dentro do padrão geral do texto e no espaço a elas destinados pelo autor;

– Notas – devem aparecer ao pé da página, numeradas de acordo com a ordem de aparecimento. Corpo 10.

– Ênfase ou destaque no corpo do texto – negrito. Palavras em língua estrangeira – itálico.

– Citações de até três linhas vêm entre aspas (sem itálico), seguidas das seguintes informações entre parênteses: sobrenome do autor (só a primeira letra em maiúscula), ano de publicação e página(s). Com mais de 3 linhas, vêm com recuo de 4 cm na margem esquerda, corpo menor (fonte 11), sem aspas, sem itálico e também seguidas do sobrenome do autor (só a primeira letra em maiúscula), ano de publicação e página(s). As citações em língua estrangeira devem vir em itálico e traduzidas em nota de rodapé.

– Anexos, caso existam, devem ser colocados antes das referências, precedidos da palavra ANEXO, em maiúsculas e negrito, sem adentramento e sem numeração. Quando constituírem textos já publicados, devem incluir referência completa bem como permissão dos editores para publicação. Recomenda-se que anexos sejam utilizados apenas quando absolutamente necessários.

– Referências: devem ser apenas aquelas referentes aos textos citados no trabalho. A palavra REFERÊNCIAS deve estar em maiúsculas, negrito, sem adentramento, duas linhas antes da primeira entrada.

Alguns exemplos de citações

• Citação direta com três linhas ou menos

[...] conforme Octavio Paz, “As fronteiras entre objeto e sujeito mostram-se particularmente indecisas. A palavra é o próprio homem. Somos feitos de palavras. Elas são nossa única realidade, ou pelo menos, o único testemunho de nossa realidade.” (PAZ, 1982, p. 37)

• Citação indireta

[...] entre as advertências de Haroldo de Campos (1992), não há qualquer reivindicação de possíveis influências ou contágio, ao contrário, foi antes a poesia concreta que assumiu as conseqüências de certas linhas da poética drummoniana.

• Citação de vários autores

Sobre a questão, pode-se recorrer a vários poetas, teóricos e críticos da literatura (Pound, 1977; Eliot, 1991; Valéry, 1991; Borges, 1998; Campos, 1969)

• Citação de várias obras do mesmo autor

As construções metafóricas da linguagem; as indefinições; a presença da ironia e da sátira, evidenciando um confronto entre o sagrado e o profano; o enfoque das personagens em diálogo dúbio entre seus papéis principais e secundários são todos componentes de um caleidoscópio que põe em destaque o valor estético da obra de Saramago (1980, 1988, 1991, 1992)

• Citação de citação e citação com mais de três linhas

Para servir de fundamento ao que se afirma, veja-se um trecho do capítulo XV da Arte Poética de Freire: Vê, [...] o nosso entendimento que a fantasia aprendera e formara em si muitas imagens de homens; que faz? Ajunta-as e, de tantas imagens particulares que recolhera a apreensiva inferior [fantasia], tira ele e forma uma imagem que antes não havia, concebendo que todo o homem tem potência de rir [...] (FREIRE, 1759, p.87 apud TEIXEIRA, 1999, p. 148)

Alguns exemplos de Referências

• Livro

FABRIS, Annateresa. Futurismo: uma poética da modernidade. São Paulo: Perspectiva/ EDUSP, 1987.

• Capítulo de livro

PALO, Maria José. A crônica da vida: Memorial de Aires, Machado de Assis. In: OLIVEIRA, Maria Rosa Duarte de (Org.). Recortes machadianos. São Paulo: EDUC/ FAPESP, 2003. p. 257-73.

• Dissertação e tese

MACHADO, Micheliny Verunschk Pinto. Confluências entre João Cabral de Melo Neto e Sophia de Mello Breyner Andersen: poesia das coisas e espaços, 2006. Dissertação de Mestrado – Programa de Estudos Pós-graduados em Literatura e Crítica Literária, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

• Artigo de periódico

GOBBI, Márcia Valéria Zamboni. Relações entre ficção e história: uma breve revisão teórica. Itinerários, Araraquara, n. 22, p. 37-57, 2004.

• Artigo de jornal

TEIXEIRA, Ivan. Gramática do louvor. Folha de S.Paulo, São Paulo, 08 abr. 2000. Jornal de Resenhas, p. 4.

• Trabalho publicado em anais

CARVALHAL, Tânia Franco. A intermediação da memória: Otto Maria Carpeaux. In: Anais do II CONGRESSO ABRALIC – Literatura e Memória Cultural, 1990. Belo Horizonte. p. 85-95.

• Publicação on-line – INTERNET

MARTINHO, Fernando. Depois do modernismo, o quê ? o caso da poesia portuguesa. Rio de Janeiro: Revista Semear 4. Disponível em: <A href=”http://www.letras. puc-rio.br”>http://www.letras.puc-rio.br</A>. Acesso em 22 jun. 2006.

OBSERVAÇÃO FINAL: A desconsideração das normas implica a não aceitação do trabalho. Os artigos recusados não serão devolvidos ao(s) autor(es).

Revista Brasileira de Literatura Comparada
revista@abralic.org.br

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