Artistas brasileiros da HQ pelo mundo
em 15/01/2020

 

 

 

Criado pelo brasileiro Guilherme Petreca, o mangá Ye, publicado originalmente em 2016, foi premiado com uma medalha de prata no 13º Prêmio Internacional de Mangás do Japão. Além disso, Ritos de Passagem, mangá de Lucas Marques, recebeu a medalha de bronze.

 

 

 

Quatro quadrinhos brasileiros foram selecionados no Festival de Angoulême, que acontece na França entre os dias 30 de janeiro e 2 de fevereiro, na categoria “HQ alternativa”: Café Espacial, Cartografias do Inconsciente, Matéria Escura e Orixas – Iku.

 

 


Dois destes projetos tem a participação de Matheus Moura, que divide Cartografias do Inconsciente com Edgar Franco, Laudo, Vinicius Posteraro, Guilherme Silveira, Angelo Ron, Décio Ramirez e Paula Mastroberti. Em Matéria Escura, Moura trabalhou com Vinicius Posteraro e Guilherme Silveira. Já Orixás – Ikú conta com desenhos de Alex Rodrigues, Caio Majado, Marcel Bartholo, Jefferson Costa e Will, com cores de Al Stefano. A revista Café Espacial foi criada em 2007 pelo editor Sergio Chaves e pela jornalista Lídia Basoli.

 

 

 

Em Portugal, Angola Janga, de Marcelo D’ Salete, foi selecionado pelo Plano Nacional de Leitura (LER+). Agora, o livro é indicação de leitura nas escolas de Portugal para alunos entre 12 e 18 anos, junto com Cumbe. Além de D’Salete, outros autores como André Diniz, Alcimar Frazão e Rafael Coutinho também estão listados no LER+.

 

 

Saiba mais:

 

 

Angoulême 2020: quatro obras brasileiras concorrem ao prêmio de HQ alternativa

 

 

Ye, mangá do brasileiro Guilherme Petreca, é premiado em evento no Japão

 

 

Marcelo D’Salete – Caminhos da HQ (2016) 

 

 

André Diniz – Quartas ao Cubo (2015)

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